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Eu juro, juro que tentei controlar a minha respiração quando me pegas-te ao colo e me prometes-te que podia para lá voltar, sempre que tivesse medo de algo. Que me irias proteger. 
Falhei. A respiração acelerou cada vez mais e a vontade dos meus lábios sentirem os teus era cada vez maior... O sentimento aumentava de segundo para segundo e eu não conseguia fugir dali, do turbilhão de coisas que ia sentindo. Era como se alguma espécie de Deus me disesse que era ali o meu destino e que era ali que eu devia permanecer. 
Eu jurei, falhei. 
Tu prometes-te e cumpris-te. 
Mas eu não podia negar o sentimento único que nos unia. Com o teu jeito delicado, pousaste-me no chão e disseste que era das únicas vezes que aquilo ia acontecer. Não percebi bem o que quiseste insinuar com aquilo mas rapidamente as palavras vaguearam para fora do meu pensamento. Olhaste-me nos olhos e com todo o brilho que tinhas, tentaste demonstrar como era o teu amor por mim.
Atrapalhaste-te tanto que eu acabei por te explicar que não é com palavras que ias lá. Foi aí meu amor, foi aí que me agarraste e fizeste o que sempre soubeste fazer tão bem: agarrar-me as mãos, olhar-me nos olhos e dizer: Sim meu anjo, és tu, és aquela. Eu amo-te, mesmo! (...)
inventado.

1 comentário:

Gonçalo disse...

Opa gostei mesmo do texto!!