O amor...

O amor, amável travessura do destino para quebrar o gelo de uma vida quase inerte, sentimento inteligível e intrínseco que se sente apenas uma vez...
Não me venham que há maneira alguma de amar duas vezes, porque numa ama-se, na outra habitua-se. É tão difícil amar e ser feliz e é doloroso a "arte" de amar e perder, mas será sempre mais proveitoso amar do que nunca o ter feito... E hoje tomo consciência que é impossível escolher quem se ama.
Antes, no meu entender e falando do amor, diria que "posso escolher quem amo quando permito aquele olhar, aquele toque, aquela palavra doce e aquele beijo sensível e profundo... Sou eu, consciente ou inconscientemente, que escolho quem amo". Maior dos enganos. Agora digo que esta afirmação é uma premissa falsa e errada.... O amor é um reflexo e, tal como a sombra, que se modula conforme a altura e a luz, o amor por muito que cresça, que diminua, voltará sempre a crescer.

Besrhs_large

7 comentários:

Unknown disse...

estou a seguir.
adoro!
« o amor por muito que cresça, que diminua, voltará sempre a crescer »
bem verdade!

Helena disse...

Gostei mesmo muito.

Helena disse...

Obrigada minha querida :)

anna disse...

verdade, adorei.


boa música (:

Sofia Guedes disse...

a ultima frase está linda (:

Sofia Guedes disse...

de nada (:

mary disse...

obrigada pequenina :) <3