O amor, amável travessura do destino para quebrar o gelo de uma vida quase inerte, sentimento inteligível e intrínseco que se sente apenas uma vez...
Não me venham que há maneira alguma de amar duas vezes, porque numa ama-se, na outra habitua-se. É tão difícil amar e ser feliz e é doloroso a "arte" de amar e perder, mas será sempre mais proveitoso amar do que nunca o ter feito... E hoje tomo consciência que é impossível escolher quem se ama.
Antes, no meu entender e falando do amor, diria que "posso escolher quem amo quando permito aquele olhar, aquele toque, aquela palavra doce e aquele beijo sensível e profundo... Sou eu, consciente ou inconscientemente, que escolho quem amo". Maior dos enganos. Agora digo que esta afirmação é uma premissa falsa e errada.... O amor é um reflexo e, tal como a sombra, que se modula conforme a altura e a luz, o amor por muito que cresça, que diminua, voltará sempre a crescer.

7 comentários:
estou a seguir.
adoro!
« o amor por muito que cresça, que diminua, voltará sempre a crescer »
bem verdade!
Gostei mesmo muito.
Obrigada minha querida :)
verdade, adorei.
boa música (:
a ultima frase está linda (:
de nada (:
obrigada pequenina :) <3
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