
A minha mãe voltou a perguntar-me o que queria no Natal... E mais uma vez respondi "nada". É mentira. Quero muita coisa... Mas nada material. Quero ver quem me quer bem mais feliz que nunca, quero ter quem me ama do meu lado. Mas a melhor prenda que poderia te no sapatinho neste Natal eras tu. É impossível não é?
Desde pequena que ouço que nada é impossível, mas há dias que não acredito nisso. Pensar em ti tornou-se um dos meus desafios diários, tal como pensar como seria bom ter-te do meu lado.
Assusta-me tanto o facto de termos tanto em comum... Mas assusta-me ainda mais o facto de te poder perder. Só tenho 18 anos, eu sei, mas já não me vejo sem ti, mesmo não te tendo da "maneira" que quero. E dói, dói muito quando discuto contigo. Discussões parvas, motivos parvos, por pessoas parvas, como foi o caso à dois dias atrás... E acho incrível o facto de seres tão compreensivo, de desculpares, de dizeres « caga » ou « deixa lá » ou também « é traquilo ».
És como um porto-de-abrigo, estás sempre quando preciso. Apoias sempre, percebes quando algo não está bem, e agradeço-te imenso por isso, meu amor.
És o melhor do mundo, és o que mais preciso neste momento e, acima de tudo, és alguém que agradeço pelo simples facto de ter surgido na minha vida.
Amo-te
