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Fake friendship


« Falsos amigos não preciso, dispenso a vossa inveja
Nunca hei-de vos ligar puto, seja pelo que seja
Quem fala nas minhas costas, respeita-me a cara
Para serem porcos a sério juntem-se logo a uma vara
Quem é meu amigo, eu reconheço e respeito
Agradeço por tudo, guardo sempre no meu peito. »

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Acho que tenho tudo dito, por hoje.

amanhã continuo a história, prometo.
Sabes o que te digo? És um grande otário. Mas a maior otária fui eu em ter-me deixado levar e ter acreditado em ti. Acabou, finitto.
Ainda bem que dei ouvidos a quem me avisou. És realmente um "come gajas".
Tenho dito.

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Só para terminar: FUCK YOU!
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Só espero conseguir.
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Idealizei um futuro contigo, futuro esse que hoje sei que jamais se concretizará. Em tempos foste a minha vida, em tempos todo aquele sentimento guardado do lado esquerdo do peito teimava em explorar todos os recantos do meu humilde corpo. Amei de alma e coração, hoje amo com ambos eles destroçados. Culpaste-me por tudo, atiras-te as culpas para cima de mim para teres alguma paz de espirito, acreditando plenamente que irias ficar sem qualquer peso na consciência. Não sei se te arrependeste, mas agora pouco me interessa, pouco ou nada farei para ver se isso realmente aconteceu. Tudo o que a cabeça interiorizou está a ser filtrado para o coração, dia após dia, minutos após minuto. O futuro somos nós que o fazemos, tu decidiste o teu, acabando assim com o meu. Pois te digo, com o coração nas mãos, que as mentiras que me disseste, as palavras sujas que exploraste e sem qualquer tipo de pudor, usaste, jamais serão esquecidas e será nelas que me erguirei e te pisarei assim como tu pisaste sem dó nem piedade o meu coração.
Não é por raiva, não é por ódio, apenas por vontade de esquecer e de mudar. Fizeste de mim a má da fita, sabendo muito bem que esse papel te pertence a ti. E mesmo não merecendo, te dedico estas linhas, para saires da minha vida e te concentrares apenas nelas. No passado pertenceste-me e ficaste guardado no coração. No futuro, não te quererei mais e do coração passarás para estas linhas, agora finais.
Odeio gente como tu. Faz-se de amiga, faz-se de tudo e mais alguma coisa e depois dá um pontapé às pessoas com a maior rapidez do mundo. Não tens vergonha de ser assim? Não tens vergonha da falsidade e do cinismo que reside em ti? Pessoas como tu acabam sozinhas, acredita, sei bem do que falo rapariga. És mesmo muito triste. E não tenho medo nenhum de dizer o teu nome, Marta Sofia, sim, não tenho medo nenhum das consequências, porque eu tenho colhões (e desculpem o vocabulário) para dizer que me envergonho de um dia me ter dado contigo. Envergonho-me de te ter dado a confiança que te dei, envergonho-me de te ter chamado de amiga, irmã e, acima de tudo, de melhor amiga. És uma vergonha, uma vergonha.
Espero que sejas muito feliz com o teu novo amigo que, a meu ver, vai acabar por ser mais um "coitado" nas tuas mãos.

ps: desculpem o desabafo, mas já tinha este nó na garganta desde o início da semana.
Neste momento só me vem apenas UMA coisa à minha cabeça: vou-te proteger até ao fim dos meus dias pequenina! E nada nem ninguém te vai largar de nós!
Amo-te minha Beatriz

Lembram-se de vos contar que o meu pai me culpou pela segunda vez de não vir cá no Natal? Pois bem, no dia de Natal fez o mesmo. E sinceramente, para mim foi a gota de água.
Sinceramente, já estava à espera sabes? Mas habitua-te a fazer uma coisa: não prometas as coisas quando sabes que não as vais cumprir... Primeiro dizes que vens passar o Natal cá, agora decides não vir. E não me venhas com desculpas... Trocar a família por uma mulher? Se é por isso, trazias-a, como já tinhas dito... Mas não... É mais um ano que passas o Natal longe de quem te quer bem e, mais uma vez, acusas-me de ter culpa, por nunca passar o Natal contigo. Diz-me uma coisa? Quem é que me viu crescer? Quem é que aturou as minhas birras? Quem é que me levou ao médico sempre que estava doente? De certeza que não foste tu, mas sim a mamã.
Por enquanto não me quero lembrar que existes. E aviso já... Deixei de ter confiança em ti. Não te atrevas a fazer a mesma merda que fizeste no ano passado e hoje.
Adeus Pai.
Sinceramente, não mereces um pingo de consideração meu. E lamento imenso o facto de não ter visto isso antes... Ou melhor, lamento o facto de te ter dado "trela" rapaz. Não mereces mesmo nada. E nem sei para que estou a escrever isto...
Ao lembrar-me de certas coisas que vivi contigo, tenho nojo do que fiz... E repito, nojo. És triste, e mais não digo. (Além de puto).
És uma página rasgada no meu livro, Sérgio Fernandes. Be happy, loser ;)